Em comemoração ao Dia Internacional da Filosofia, que foi ontem, a Escola de Filosofia Nova Acrópole está realizando um grande evento que é a IV Feira de Filosofia. E este ano o tema é "Conheça os mitos da humanidade".
Para ver a programação de todas as filiais no site da escola: www.acropole.org.br. E para ver a programação completa da Feira de Filosofia no Distrito Federal, clique na imagem abaixo.
Assim como ocorre com diversas palavras hoje, a conceituação de mito sofreu deturpações ao longo da história. O filósofo ateniense Platão nomeava essa deturpação de logofobia, ou seja, a perda do sentido das palavras.
Hoje, quando se fala em mito, associa-se esse conceito há uma série de fatores. Um deles, a que mito significa mentira, uma fantasia, uma historinha criada para as crianças. Um outro fator seria uma forma de povos primitivos (que não possuiriam conhecimento erudito suficiente) tentarem entender o mundo. Também é associado às religiões, que tentariam explicar, de forma também um pouco fantasiosa, visto que se basearia em crenças, fenômenos da vida do ser humano. Também pode-se ver a associação de mito a pessoas, principalmente celebridades como artistas, esportistas etc. E assim, cada um terá uma explicação diferente para o que é um mito.
A origem desse sistema de mitos é pouco conhecido, mas que teria surgido a milhares de anos por meio de grandes mestres de sabedoria da humanidade que deixaram como legado para esta um modelo ideal de como é um ser humano. Para compreender esse ideal de vida do ser humano, exige-se muito esforço individual também, por isso um mito não é facilmente compreendido.
Mas há um fato que é certo: mito não está dissociado de história. Um depende do outro, mas cada um possui uma finalidade diferente.
I) O mito e a História
A História narra os fatos, de forma cronológica: data, local, personagens etc. São muito importantes, porém fica só nisso, o que pode gerar uma falha por parte de quem vai interpretar a História, pois essa pessoa o fará de acordo com seu ponto de vista. Olhem só esse exemplo: “um crime é cometido; um homem uma uma velhinha; em seguida descobre-se que a velhinha era uma traficante de drogas e que o homem era policial. Sendo assim, o policial estava cumprindo com seu dever. Mas a velhinha estava traficando para alimentar seus netos”... E agora? Como julgar essa situação? Em cada momento, a opinião de cada um que ouve essa narração varia de acordo com a situação. Isso é para mostrar que com a história ocorrer o mesmo: uma parcialidade na sua interpretação. Sendo assim, só olhar os fatos, ou seja, a História, a verdade não existirá, é falho.
Saber a geografia do lugar, a política etc é importante, mas só fica nisso e a História parece algo ilógico muitas vezes. Fica faltando um porquê de tudo acontecer como acontece. É esse o papel que cabe aos mitos.
II) O sentido dos mitos
Imagine um trem muito bonito. Nesse trem há uma locomotiva onde o piloto cuida dos comando de todo o trem. Comandar o trem gera um bom status social, afinal, o “poder” dos trem está em quem a pilota. Sendo assim, muitos querem ser piloto do trem. O primeiro vagão desse trem é muito luxuoso. As cadeiras são bastante confortáveis, macias, feitas com penas de ganso, com acabamento em ouro... São também reclináveis. O restaurante é de 1ª linha: um grande Buffet livre para os passageiros desse vagão. Cada passageiro tem a sua própria TV, com diversos canais para escolher e também um computador de última geração, com internet em alta velocidade. Mas tem, também, a opção de um cinema exclusivo para passageiros desse vagão. Enfim, tudo de 1ª qualidade.
Há um segundo vagão, onde as poltronas são boas, confortáveis e de cores diversas. Com relação à alimentação, há de tudo. Pode-se comer bem. Cada passageiro consegue escolher alguns aparatos tecnológicos, de acordo com seu desejo e satisfação. É um bom vagão, mas, mesmo assim, muitos dos passageiros deste gostariam de estar no primeiro vagão.
O trem possui também um terceiro vagão. neste, a situação não é boa. Os bancos estão velhos e sacodem como se fossem cair com o andar do trem. Não há conforto. A comida é limitada. Alguns até passam fome. É uma situação bem precária.
Pergunta-se: qual o grande problema desse trem? Obviamente a resposta é essa desigualdade. Todos deveriam ter direito a ter as mesmas condições que os passageiros do primeiro vagão (1ª classe). O maquinista até tenta, mas não cabem todos lá... e o problema continua. Esse é a história do trem. Mas há algo muito maior que não foi falado. Se andarmos pelos corredores desse trem, passando por todos os vagões, perceberemos um olhar de angústia e de medo em cada passageiro. Por quê? Simplesmente porque ninguém sabe de onde esse trem veio e nem pra onde ele vai. Não se sabe que está indo para um destino grandioso ou se vai cair num precipício. E pior, nem o maquinista sabe, visto que o bom mesmo é só ter a máquina nas mãos, como uma ilusão de poder.Para responder a essas indagações de onde o trem veio e para onde vai, surge o mito. A história mostra os efeitos (fatos) e a mitologia explica as causas. Se olharmos só os fatos, parece que nada tem sentido, parece algo caótico. E se desconhecemos de onde o trem veio e para onde vai, acabamos desconhecendo a verdadeira história do trem.
Para entender a história de um pouco, funciona da mesma forma. Perceba Roma, por exemplo: inicialmente, a região era um pântano que abrigou os sobreviventes da Guerra de Tróia. Se perguntássemos àquelas pessoas que lá estavam quem elas eram, a resposta seria algo como “somos a maior civilização que este mundo já teve”. Ao olhar a história daquelas pessoas e como viviam naquele momento, acharíamos graça. Mas os fatos que vieram depois na história mostraram que realmente Roma foi grandiosa. O que moveu aquelas pessoas a fazerem com que Roma fosse uma grande civilização? Com certeza, o mito. Os romanos acreditavam que eram filhos de Vênus (dos deuses) e que vieram civilizar o mundo. Ou seja, sabiam de onde vieram (dos deuses) e para onde iriam (civilizar o mundo). O resto é simplesmente história. Enquanto os romanos lembravam de seus mitos, foram grandes. Quando esqueceram, Roma entrou em decadência.Se conhecemos o mito que move um povo, entendemos muito a sua história. É por isso que Mitologia e História estão intimamente ligadas e complementam-se. A História é o como e a Mitologia é o porquê. Os mitos geram os fatos.
Os mitos dão sentido à História. São arquétipos, como diria Platão, ou seja, são modelos cuja ideia se segue para se concretizar algo. Um exemplo bem simples e prático: Se vamos fazer uma mesa, fazemos um esboço, um desenho do que ela virá a ser. Com uma calça comprida, a mesma coisa. Mas a construção da mesa e da calça somente são possíveis se existirem os seus moldes ou desenhos, ou seja, os modelos. Um modelo não é idêntico à sua manifestação concreta, mas, ao ser preenchido de matéria, ele se torna aquele objeto. Tudo no universo tem um arquétipo e, consequentemente, tem seu mito, desde um objeto até acontecimentos.
III) Os mitos hoje e a falta de visão simbólica
Agora, surge uma questão: se tudo tem um mito, qual é o nosso hoje, enquanto indivíduos, enquanto povo e enquanto humanidade? Essa é uma pergunta que requer a ajuda dos símbolos, que são uma forma de “termos” os mitos em nossas mãos. Sendo assim, percebemos que hoje temos dificuldades em perceber nossos verdadeiros mitos por não termos uma visão simbólica da vida. Tudo ao nosso redor nos quer dizer algo. E se ficarmos atentos a tudo isso, perceberemos que há símbolos atemporais e universais, ou seja, que servem para todos os homens independentemente do tempo, espaço, condição social, etnia, crença etc. Esses serão os verdadeiros mitos da humanidade.
Chamo de “verdadeiros” porque hoje confundimos com nossos “mitos” temporais, pois vemos a vida de acordo ao nosso ponto de vista. E sob nosso olhar histórico, o melhor para o ser humano é ter conforto, alimentação farta, carinho, bom emprego, dinheiro, sentir-se seguro, status, carro do ano, casamento, filhos... enfim, as satisfações pessoais em geral. E tendo essas coisas, medimos a felicidade de uma pessoa. Porém, como foi falado, tudo isso é somente uma história de vida. São conquistas pessoais, e poderia dizer que um animal quer tudo isso também. Não são conquistas e mitos do ser humano.
IV) Considerações finais
Devemos viver os verdadeiros mitos, que nada mais são os mitos do Universo. Quando os nossos mitos e os mitos do Universo coincidem, fazemos História; se não coincidem, não somos ninguém. É uma questão de Ser ou Não-ser, como diria o escritor William Shakespeare.
Somos fruto do que pensamos; e a cidade, o país e o mundo são um reflexo de nossos pensamentos. Serão melhores quanto melhores forem nossos mitos.
Hoje quero falar de desenho animado. Sim, é isso mesmo. Aliás, um anime (desenho animado japonÊs) chamado Naruto, que faz muito sucesso pelo mundo. Vamos ver um pouco da história desse anime (Fonte: Wikipedia):
"Naruto é uma série de mangá (palavra usada para designar as histórias em quadrinhos feitas no estilo japonês) criada por Masashi Kishimoto. Posteriormente foi transformado em anime (o desenho animado japonês). A história gira em torno de Naruto Uzumaki é um menino que vive em Konoha, a vila ninja do País do Fogo. Quando ainda bebê, Naruto teve uma Bijuu, de nome Kyuubi (os bijuus são criaturas grandes e ferozes, e portadoras de uma quantidade enorme energia), aprisionada em seu corpo pelo Yondaime Hokage, com a finalidade de salvar a Aldeia da folha. Desde então, Naruto é visto por muitas pessoas como um monstro, não só pelos familiares das pessoas mortas pela Kyuubi, mas também por pessoas que sofrem com as besteiras feitas por ele, que é extremamente arteiro. Incompreendido, Naruto sonha em se tornar um ninja poderoso, e ser nomeado Hokage (título dado ao líder político e militar de Aldeia da folha), para assim poder ser reconhecido por todos."
Ele entra na Academia Ninja, onde sofre com as notas baixas, mas é ajudado por seu professor, Iruka Umino, que posteriormente se torna seu amigo. Consegue finalmente se tornar Genin (um dos graus da escala hierárquica na academia), e a partir daí passa a ser ensinado por um dos mais talentosos Jonins (a elite do vilarejo), Kakashi Hatake, e forma uma equipe com mais dois colegas seus, Sakura Haruno e Sasuke Uchiha. O anime/mangá, conta sobre as missões que Naruto Uzumaki, Sakura Haruno e Sasuke Uchiha devem cumprir e, posteriormente, o Exame Chunin, que selecionará aqueles que passarão para o segundo nível ninja."
E se você quiser saber mais sobre esse interessante desenho animado, vá à palestra "Naruto: a saga de um herói", que ocorrerá na Escola de Filosofia Nova Acrópole de Taguatinga (DF). Será amanhã, 03/10, sábado, às 19h. O mais legal é que a entreda é franca. Vamos aproveitar mais essa oportunidade de aprender um pouco mais.
Sim, é isso mesmo, amigos virtuais, pois este será o tema de uma palestra gratuita bem bacana na Escola de Filosofia Nova Acrópole de Taguatinga, no DF amanhã, 19/09, às 19h.
O título da palestra é: "Existem relações verdadeiras no mundo virtual?". Uma pergunta muito interessante que nos leva a refletir sobre um tipo de relacionamento humano que ocorre hoje pelo mundo da internet. Inclusive, agora, estou falando com vocês que me leem dessa forma: virtualmente. Mas me sinto bem próximo a vocês, apesar de não ter a presença física.
Hoje, existem muitos sites chamados de "sites de relacionamento" (MSN, Orkut, My Space, Hi5, Skype etc), onde o internauta pode se comunicar com pessoas dos lugares mais distantes e culturas ais diversas. Cria-se uma rede de amigos bem grande, pessoas que nem se sabe que encontrará um dia. Daí vem a pergunta/título da palestra.
Bom, é uma questão a se refletir, pois, como filósofos, temos que entender mais e saber o ue é certo e errado nessa forma de se relacionar.
Depois da palestra, podemos falar mais sobre esse tema. O que acham?
Uma dia super legal para estudar Filosofia: é o Curso de Filosofia Prática, da escola Nova Acrópole. Na filial de Taguatinga (DF), o curso começa amanhã, 17/09), mas vocês podem conferir a programação em outras mais de 70 filiais espalhadas pelo Brasil no site www.acropole.org.br.
Vejam o conteúdo do curso:
Filosofia natural: arte de viver;
O ser humano e o cosmos. Os 7 princípios da natureza;
A sabedoria da antiga Índia: dharma e karma. O simbolismo do Bhagavad Gîtâ;
Os ensinamentos do Tibete: ‘A voz do silêncio’, um encontro com a Alma;
Os ensinamentos de Buda: a superação da dor e o caminho do meio;
A sabedoria chinesa: Confúcio e a conquista da harmonia;
Egito: sentido da vida. As máximas de Ptahotep e Ani;
A Grécia e os grandes filósofos. Platão: justiça e liberdade;
O mito da caverna. Aristóteles: os valores éticos e a busca da felicidade;
Roma e os filósofos estóicos: Epíteto, Sêneca e Marco Aurélio;
A escola neoplatônica. Plotino e a busca da Unidade;
O ser humano e a sociedade. Valores universais sobre a organização social;
A educação e a convivência;
O ser humano e a História. Antiguidade da humanidade.
Continuando o tema de ontem sobre os jovens, a Escola de Filosofia Nova Acrópole de Taguatinga-DF vai promover no próximo sábado a palestra "A eterna juventude". O mais legal é que a entrada é gratuita. Vejam mais abaixo:
Quando falamos em vida, morte, vida após a morte, eternidade da alma e qualquer tema afim, sempre nos vem uma série de questionamentos...
Eu mesmo, há séculos, me questionei bastante e cheguei a algumas conclusões. Inclusive, vocês podem ler sobre essas minhas conclusões em um livro escrito pelo meu discípulo Platão, que chama Fédon. Lá, ele narra sobre o que eu falei sobre a eternidade da alma.
Bom, hoje não é o meu objetivo falar sobre esse tema aqui, o que podemos fazer depois, com certeza, pois tenho muito a ompartilhar e aprender com vocês; mas quero convidá-los para uma palestra bem legal para dialogar sobre esses temas. É a palestra "MORTE, VIDA E ETERNIDADE" que vai ocorrer na Escola de Filosofia Nova Acrópole de Taguatinga-DF. Será amanhã, 22/08, às 19. E o mais legal: a entrada é franca!!!!!!
Bom, eu estarei lá. Ainda tenho alguns questionamentos para fazer.
Um abraço.
PALESTRA GRATUITA MORTE, VIDA E ETERNIDADE Dia 22/08, às 19h Nova Acrópole Taguatinga QNB-02 lote 39 - Taguatinga Norte-DF Fone: 3352-0554
Mais uma dica maneira! (Tô ficando velho mesmo... acho que essa expressão nem é tão usada mais... hihihi). Bom, mais uma vez a Escola de Filosofia Nova Acrópole de Taguatinga-DF abre uma turma para o curso de Filosofia Prática. Será nesta quarta-feira, dia 19/08, às 20h.
No Brasil todo são mais de 70 escolas. Se quiser saber como está a programação de cada uma, você pode visitar o site www.acropole.org.br.
E para entender um pouco mais o sentido prático da Filosofia, que meus amigos e eu da Grécia Clássica falávamos e conversávamos basntante na Ágora, encontrei um teto muito interessante que compartilho com vocês.
A primeira razão se baseia no próprio significado da palavra Filosofia, que significa Amor à Sabedoria. Filos é amor, amizade. Sophia é sabedoria. Filos + Sophos: o amante da sabedoria. Então, o filósofo é um “apaixonado”.
Mas a verdadeira sabedoria, o verdadeiro conhecimento é aquele que usamos na nossa vida. O filósofo é aquele que ama a sabedoria e, portanto, vive, aplica o que aprende, usa na vida diária. Por isso, o chamam de “apaixonado”.
O que nos leva a esse conhecimento? em primeiro lugar, conhecermos a nós mesmos: quem sou? como sou verdadeiramente? como são as minhas emoções? por que ajo dessa maneira? Geralmente, conhecemos a nós mesmos de um modo superficial ou de acordo com aquilo que nossos pais e amigos dizem sobre nós.
Por que não queremos nos conhecer? porque temos medo de descobrir que não somos como gostaríamos de ser. Quando a vida nos atinge e nos mostra que não somos como imaginávamos, surge a decepção, a frustração e o desencanto. Se o importante é sermos um ser humano melhor, desenvolvendo a inteligência, a vontade e outros valores e virtudes, por que não fazemos isso? por que ficar fingindo que sou alguém, se realmente posso chegar a sê-lo? por que fingir que sou bom, se posso mesmo chegar a sê-lo? por que fingir que tenho caráter, se posso chegar a tê-lo? por que fingir que possuo conhecimentos, se posso tê-los? enfim, por que só pensar, se posso também viver?
A filosofia nos dá ferramentas para chegarmos a ser aquilo que queremos e sonhamos.
Não percam mais essa oportunidade de estudar Filosofia!O curso oferecido pela Escola de Filosofia Nova Acrópole é muito bom. Confiram o programa do curso:
Filosofia natural: arte de viver;
O ser humano e o cosmos. Os 7 princípios da natureza;
A sabedoria da antiga Índia: dharma e karma. O simbolismo do Bhagavad Gîtâ;
Os ensinamentos do Tibete: ‘A voz do silêncio’, um encontro com a Alma;
Os ensinamentos de Buda: a superação da dor e o caminho do meio;
A sabedoria chinesa: Confúcio e a conquista da harmonia;
Egito: sentido da vida. As máximas de Ptahotep e Ani;
A Grécia e os grandes filósofos. Platão: justiça e liberdade;
O mito da caverna. Aristóteles: os valores éticos e a busca da felicidade;
Roma e os filósofos estóicos: Epíteto, Sêneca e Marco Aurélio;
A escola neoplatônica. Plotino e a busca da Unidade;
O ser humano e a sociedade. Valores universais sobre a organização social;
A educação e a convivência;
O ser humano e a História. Antiguidade da humanidade.
A busca pela liberdade é uma preocupação do ser humano desde os meus tempos na Grécia Antiga. Não só lá, mas todas as civilizações se depararam com essa questão, e cada uma procurou a libertação do ser humano de uma forma distinta e várias tentaram dar respostas e soluções, mas estamos agora no século XXI ainda tentando nos libertar. Mas uma questão que fica por trás dessa busca é: estamos querendo nos libertar de quê?
Para responder a essa questão, a Escola de Filosofia Nova Acrópole nos convida para a palestra "Somos livres realmente?", que ocorrerá amanhã, dia 1º de agosto, às 19h. É uma boa oportunidade para nos libertar (hihihi).
Uma história que está circulando por aí e dando muito o que falar é "Anjos e demônios". O autor do livro, Dan Brown, o mesmo autor de outro livro que fez sucesso - "O código Da Vinci" - conta a primeira aventura de Robert Langdon, professor de Simbologia Religiosa na Universidade de Harvard.
Antes de decifrar o Código da Vinci, Langdon tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Robert Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisas na Suíça. A assinatura marcada no corpo da vítima - um ambigrama - é dos Illuminati. A antiga sociedade ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana.
Da mesma forma que ocorreu com "O código Da Vinci", o livro "Anjos e demônios" teve sua versão cinematográfica, lanlada no Brasil em maio deste ano. Bom, mais detalhes da obra não posso contar aqui, né? Mas se querem entender um pouco mais sobre o simbolismo da história, não percam a palestra "Anjos e demônios" que será ministrada na Escola de Filosofia Nova Acrópole no próximo sábado. Para os amantes de filosofia como eu, com certeza vão adorar aprender um pouco mais além do que simplesmente as palavras e as imagens mostram. Espero vocês lá!
Amanhã, a Escola de Filosofia Nova Acrópole vai promover gratuitamente uma palestra muito interessante: "Como ter paz em um mundo cheio de mudanças". É um tema que está muito em moda hoje porque passamos por períodos de instabilidade em diversos setores de nossa vida, não é verdade? E isso temfeito as pessoas viverem mal o que é ruim para toda a humanidade.
Bom, vamos ver como lidar com essa instabilidade, por meio do conhecimento prático da filosofia. Então, nos vemos na palestra!
Estou num clima romano, porque amanhã, a Escola de Filosofia Nova Acrópole de Taguatinga (DF) vai promover a palestra "Império Romano: a grandeza de uma civilização". E de fato foi grandiosa... por quê? É o que, com certeza, será falado na palestra. Não vamos perder, né?
Mais uma dica super legal para este final de semana. A Escola de Filosofia Nova Acrópole de Taguatinga-DF vai ministrar a palestra "O sagrado e o profano", um tema bem curioso e, talvez, polêmico. Será neste sábado (06 de junho), às 19h. Encontro vocês lá!